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Deus nos chama à vida nova!

Diante das muitas necessidades de uma grande multidão, surge a pessoa de um grande profeta, o qual é Deus que visita o seu povo e o liberta. Na ressurreição do Jovem de Naim (Lc 7,11-17), Cristo não o ressuscita apenas, mas toda a multidão que via o milagre por Ele realizado. Na verdade, poderíamos perguntar quem estava realmente morto, o jovem ou o espírito do povo sem esperança? Quando se perde a fé no Deus único e verdadeiro, perde-se o fio vital, perde-se a origem de nossa identidade de homens e mulheres criados a imagem e semelhança de Deus. Com isso, sentimo-nos desfigurados, maculados, ao ponto de não suportarmos o modo como vivemos.

Se isto acontece, começamos a antecipar o nosso fim, procurando situações de autodestruição: brigas, consumo exagerado de drogas, falsidade, inveja, intrigas, etc. São reações experimentadas por nós, que na verdade produzem um efeito de infidelidade a Deus e a nós. Ao mesmo tempo, criamos uma rede de aniquilamento e negação da manifestação de Cristo. Impossibilitamos os nossos sentimentos de se direcionarem à graça de Deus, que mesmo contra nossa vontade, ela permanece graça e sua existência é eterna.

Quando não ofuscamos em nós os dons místicos, isto é, os dons do Espírito, somos construtores do corpo místico de Cristo. A cada um nos foi dado um dom para que o coloquemos a serviço da Igreja, da comunidade dos eleitos. Esforcemo-nos  a trabalharmos segundo o nosso talento para que produzamos vida em comunidade, e assim, mostrar ao mundo a vida nova que temos em Cristo. Portanto, “aspirai aos dons mais elevados”, não vos contentei com os vícios que ofuscam em nós a imagem e semelhança de Deus. Amém.

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